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MAGNETOTERAPIA


O uso do magnetismo como terapia vem sendo aplicado há mais de dois mil anos nos continentes europeu, africano e asiático. Eles usavam para combater a dor, revigorar-se e rejuvenescer. Na atualidade, a ciência moderna usa os campos magnéticos na saúde para diagnosticar (ressonância magnética) e também em tratamentos, com máquinas sofisticadas que aplicam pulsos eletromagnéticos e magnetos naturais que são aplicados no corpo ou em acessórios diversos, como pulseiras, colares e colchões.

 

 As pesquisas sobre os efeitos dos campos magnéticos sobre a saúde humana demonstram que estimulam positivamente as reações bioquímicas e biofísicas nas células.  Foram aferidos consideráveis aumentos nos níveis de oxigênio e outras importantes substâncias que suprem as células.

 

Para se entender a importância dos campos magnéticos na saúde humana, basta citar o problema dos astronautas, que adoeciam no espaço. Os pesquisadores da NASA resolveram esse problema instalando um gerador de campo magnético na cabine dos astronautas. Uma simples molécula não consegue entrar na célula sem um campo magnético. O crescimento e a função das células são dirigidos pelos ciclos eletromagnéticos.

 

Atualmente o campo magnético da Terra é de 0,47 Gauss, nos últimos 5000 anos este campo se reduziu a metade e continua diminuindo. Isto se agrava ainda mais devido ao modo de vida moderno cercado por “ladrões” de magnetismo, que estão presentes na maioria das estruturas metálicas. Dessa forma, é de vital importância pra saúde suprir essa carência magnética.

 

A Magnetoterapia é uma terapia que emprega campos magnéticos para restabelecer a saúde. Em diversos países o efeito dos campos magnéticos tem sido pesquisado, com excelentes resultados, abaixo citamos apenas algumas pesquisas e usos da magnetoterapia:

 

  • Na Tchecoslováquia os médicos estão usando a magnetoterapia desde os anos 50. Diversas pesquisas clínicas supervisionadas foram desenvolvidas com resultados excelentes, colocando a magnetoterapia como um método oficial de fisioterapia médica. Entre os pesquisadores, podemos citar: Jirí Jerábek, Jánské Lázne, Lázne Bohdanec e Františkovy Lázne.

 

  • Em 1974, o pesquisador Albert Roy Davis, Ph.D., descobriu que o magnetismo pode ser usado para eliminar células  cancerosas em animais e  também no tratamento de doenças geriátricas, artrite, glaucoma e infertilidade. Ele concluiu que os campos magnéticos negativos têm um efeito benéfico sobre os organismos vivos (um efeito calmante e ajuda a normalizar o funcionamento do metabolismo), enquanto que campos magnéticos positivos têm um efeito estressante (que interfere com o funcionamento metabólico, produz acidez, reduz o suprimento de oxigênio celular, e incentiva a replicação dos microrganismos latentes).

 

  • Segundo Wolfgang Ludwig, Sc.D., Ph.D., diretor do Instituto de Biofísica em Horb, na Alemanha, a terapia do campo magnético tem sido utilizada com eficácia no tratamento das seguintes condições: câncer , dores de cabeça, enxaquecas, doenças reumáticas, infecções e inflamações, problemas circulatórios, insônia e distúrbios do sono, estresse, fraturas e dores. Suas pesquisas também concluíram que as mudanças magnéticas no ambiente podem afetar o equilíbrio eletromagnético do organismo humano, contribuindo para que adoeça.

 

  • No Japão, o médico Kyoichi Nakagawa, MD, diretor do Hospital Isuzu em Tóquio, também acredita que as edificações e carros reduzem a exposição aos campos geomagnéticos naturais da terra (a essa condição de deficiência ele denominou de síndrome de campo magnético), que pode interferir na saúde, causando dores de cabeça, tonturas, rigidez muscular, dor torácica, insônia, constipação e fadiga geral.

 

  •  O Dr. William Philpott, M.D., do Choctaw, Oklahoma, autor e pesquisador biomagnético afirma que um campo magnético negativo pode funcionar como um antibiótico para ajudar a destruir proliferações fúngicas, virais e bacterianas, promovendo a oxigenação e reduzindo a acidez do corpo. Esses fatores são benéficos para as funções corporais normais, mas prejudiciais para os microorganismos, que não sobrevivem em um ambiente alcalino bem oxigenado.  O pesquisador teoriza que o valor biológico de oxigênio é aumentado pela influência de um campo eletromagnético negativo.

 

  • Um campo magnético negativo aplicado no topo da cabeça tem um efeito de induzir ao sono, devido à estimulação da melatonina, que possui efeitos calmantes, acordo com Dr. Philpott. Melatonina tem demonstrado ser anti estressante, anti-envelhecimento, anti-infeccioso, anti-cancerígeno e atua no controle sobre a respiração e a produção de radicais livres. Um radical livre é uma molécula altamente destrutiva que está faltando um elétron, e reage facilmente com outras moléculas. Isto pode levar ao envelhecimento das células, o endurecimento do tecido muscular, o enrugamento da pele e, em geral, uma diminuição da eficiência da síntese protéica.

 

 

  • Pesquisas realizadas no Japão e no Brasil confirmam que a aplicação constante do magnetismo no organismo, na região do pâncreas, pode provocar um aumento da produção de insulina, auxiliando no tratamento de diabetes.

 

  • Tecidos ósseos fraturados apresentam melhora de 20% a 40% quando submetidos a tratamentos com magnetos, reduzindo o tempo de consolidação.

 

  • De acordo com estudiosos a Magnetoterapia tem as seguintes propriedades terapêuticas: a) atividade antiinflamatória b) efeito analgésico e de alívio da dor c) vasodilatação e estabilização da pressão arterial d) relaxamento muscular local e) aceleração da regeneração celular f) fortalecimento do sistema imunológico g) maior suprimento de sangue local h) estimulação do crescimento e desenvolvimento dos ossos.

 

  • Ao aplicar magnetos sobre o cérebro e medula espinhal, acredita-se que provocam melhora no aproveitamento do oxigênio pelos neurônios, o que auxilia na redução do estresse e contribui para maior vida útil do sistema nervoso e na prevenção de doenças cerebrais degenerativas.

 

  • O uso de magnetos melhora a qualidade físico-química do sangue, auxiliando na desobstrução das artérias, facilitando na eliminação dos excessos do colesterol, Ácido Úrico, Tri glicerídeos, Glicose e Creatinina. Com isso, ocorre uma melhora na circulação do sangue, que irá incrementar o transporte de nutrientes e oxigênio às células, e a eliminação dos resíduos metabólicos. Também, auxilia no processo de filtragem do sangue, pelos rins, impedindo a formação de cristais e cálculos renais, bem como, a dissolver os já existentes.

 

  • Pesquisadores brasileiros comprovaram com êxito a utilização da magnetoterapia no desentupimento de artérias. O magnetismo dos ímãs atua no alinhamento das hemoglobinas, facilitando seu trânsito nos vasos sangüíneos, reduzindo os depósitos de cálcio e colesterol no sangue. O aumento do transporte de oxigênio beneficia todas as células e órgãos internos. Com a depuração do sangue, melhora a circulação sangüínea, aliviando a atividade cardíaca e reduzindo a fadiga.

 

 

Os biodiscos atuam eficientemente para suprir a carência magnética, pois sua composição natural emite campos magnéticos. A aplicação dos biodiscos sobre a pele, ou seu uso em acessórios, roupas, travesseiros e colchões auxiliam numa saúde melhor.